Prosseguindo com essa ideia maluca de fazer maratona da obra de George Martin, hoje é dia de falar sobre Game of Thrones s01e07 – “You Win or You Die”. Duvido que alguém esteja acompanhando essa jornada de volta para o passado de Westeros, mas confesso que estou amando.
Em menos de uma semana já falei de sete episódios e vi 13. Considerando que comecei a maratona na semana em que aconteceu o Fire 2017, está uma média boa. Vamos continuar o trabalho pois existem mais de 40 episódios para eu falar.
“You Win or You Die” é um episódio crucial para o público nunca se esquecer que Mindinho foi um dos principais responsáveis pela queda/morte de Nedd. O resultado desta traição épica foi um dos melhores momentos da temporada, além da lembrança daquela primeira vez em que respirei bem fundo e pensei: “caralho, fodeu!”
A falta de inteligência (ou excesso de ingenuidade) de Stark é quase uma afronta para o telespectador, de certa forma. Como alguém com tantos títulos e honras poderia ser enganado tão facilmente ou acreditar que apenas um pedaço de papel seria o suficiente para garantir a sua segurança?
Nos últimos momentos de Robert Baratheon, ele confessa um certo arrependimento de ter mandado seus lacaios matarem Daenerys Targaryen. Poderia ter sido trágico, se não fosse Sir Jorah Mormont bancando o agente duplo e impedindo que a loira tomasse vinho envenenado. Khal Drogo, que até então não parecia nada interessado em cruzar o oceano para se tornar rei, fica pistola da vida. Inicia um discurso bem louco de quem exagerou nas birita, e faz a promessa de tirar qualquer um do trono de ferro.
Não sei você, mas eu definitivamente passaria bem longe de um gigante como Jason Momoa dando um chilique cheio de ódio. Uma mão dele é o suficiente para amassar a minha cabeça, a lá Montanha.
Twynn Lannister, depois de ser mencionado por tantas vezes, aparece rasgando as tripas de um veado e humilhando Jaiminho Lannister. Uma introdução incrível de um personagem tão forte na essência de Game of Thrones.