Quem gosta de filmes da Marvel, sabe o quanto ela teve grandes filmes e principalmente por criar todo um Universo Cinematográfico desde os primórdios, quando ainda estavam engatinhando nisso. De cá para lá, o universo foi se expandindo e novos filmes foram chegando. Nós, do Cinema de Buteco, selecionamos os 10 melhores filmes da Marvel entre 2010 e 2019. Segue o nosso top 10, deixe aí a sua opinião e se você faria com outros filmes!!!
1)Vingadores: Ultimato
(Avengers: Endgame, Anthony e Joe Russo, 2019)
Após os eventos devastadores de “Vingadores: Guerra Infinita”, em que o poderoso vilão Thanos conseguiu reunir todas as seis Joias do Infinito e aniquilar metade de toda a vida no universo, os Vingadores estão despedaçados e desesperados. Tony Stark (Homem de Ferro) e Nebulosa estão à deriva no espaço, enquanto Thor, Capitão América, Viúva Negra e Hulk lidam com a perda de seus amigos e entes queridos. É válido destacar aqui como “Ultimato” foi responsável por inaugurar os chamados “filmes-eventos”. Além disso, ele serve como a conclusão de todo o arco das Joias do Infinito, contando com um grande serviço aos fãs e a participação de notáveis atores, como Robert Downey Jr. como Homem de Ferro, Chris Evans como Capitão América e Scarlett Johansson como Viúva Negra.
2)Vingadores: Guerra Infinita
(Avengers: Infinity War, Anthony e Joe Russo, 2018)
No filme, os Vingadores, um grupo de super-heróis formado por personagens como Homem de Ferro, Capitão América, Thor, Hulk, Viúva Negra e outros, se unem para enfrentar uma ameaça de proporções cósmicas: Thanos, um poderoso vilão que busca reunir todas as seis Joias do Infinito, pedras de poder que concedem controle sobre aspectos fundamentais do universo. Thanos está determinado a usar as Joias do Infinito para equilibrar o universo através da aniquilação de metade de toda a vida existente. Podemos destacar aqui a “Queda do Herói”, todos os Vingadores perdem essa batalha e podemos considerar, talvez, um dos mais dramáticos do UCM
3)Pantera Negra
(Black Panther, Ryan Coogler, 2018)
T’Challa, interpretado por Chadwick Boseman, retorna à nação africana de Wakanda para assumir o trono como rei após a morte de seu pai. Enquanto lida com a responsabilidade de governar, ele também se torna o Pantera Negra, o protetor de Wakanda, e enfrenta desafios que ameaçam a segurança de seu reino e do mundo. O filme é notável pela representatividade e pelo papel crucial de Chadwick Boseman no papel principal. Além disso, Michael B. Jordan interpreta o vilão Killmonger, que traz profundidade à história ao explorar questões de raça e crença.
4)Capitão América: O Primeiro Vingador
(Captain America: The First Avenger, Joe Johnston, 2011)
Steve Rogers, um jovem franzino, se voluntaria para um experimento que o transforma no super-soldado conhecido como Capitão América. Ele luta contra a organização nazista HYDRA durante a Segunda Guerra Mundial, liderada pelo vilão Caveira Vermelha. Acho muito maneiro esse começo da Marvel aqui em pensar na ligação de todos os seus multiversos, e Capitão América é o começo disso. Apesar de esbarrar em questões militares, vemos como Steve Rogers amadurece ao longo do filme e de como se renuncia, deixando de ser um produto propagandista para se tornar um herói contra o Caveira Vermelha e a organização HYDRA.
5)Os Vingadores
(The Avengers, Joss Whedon, 2012)
Loki, o irmão de Thor, adquire o Cetro de Loki e ameaça conquistar a Terra. Nick Fury, diretor da S.H.I.E.L.D., reúne um grupo de super-heróis, incluindo Homem de Ferro, Thor, Capitão América, Hulk, Viúva Negra e Gavião Arqueiro, para formar os Vingadores e combater a ameaça. Unir heróis e colocar em sintonia não é uma tarefa fácil, e aqui ele preocupa-se justamente em mostrar como cada vingador, em sua unidade, precisa aprender a enfrentar Loki e de como essa ameaça irá destruir o mundo. O longa é bem amarrado com boas cenas de ação e o humor na medida certa. Entender como a Marvel chegou onde está é mérito do primeiro longa de “Vingadores” ser tão bem-sucedido.
6) Capitão América: Guerra Civil
(Captain America: Civil War, Anthony e Joe Russo, 2016)
Após um incidente internacional envolvendo os Vingadores, a equipe se divide em facções, lideradas por Capitão América e Homem de Ferro, em um conflito sobre a supervisão do governo. Isso leva a uma batalha épica entre os heróis. O Tratado de Sokovia é o grande mote desse filme que faz com que Capitão América e Homem de Ferro se enfrentem, além disso, vemos como Buck foi responsável por matar os pais de Tony Stark e como Capitão América precisa salvar seu companheiro.
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7) Capitão América: O Soldado Invernal
(Captain America: The Winter Soldier, Anthony e Joe Russo, 2014)
Neste filme, o Capitão América (Steve Rogers) se junta à Viúva Negra (Natasha Romanoff) e ao Falcão (Sam Wilson) para enfrentar uma ameaça misteriosa e poderosa conhecida como o Soldado Invernal. Eles descobrem uma conspiração dentro da S.H.I.E.L.D. que abala suas fundações, forçando o Capitão América a questionar sua lealdade e enfrentar desafios épicos enquanto luta para desvendar a verdade por trás da identidade do Soldado Invernal. Nesse longa, assim como “Guerra Civil” (2016), temos uma grande dose de drama e como são desenvolvidos os conflitos de Capitão América e toda investigação do Soldado Invernal, principalmente ao descobrir que ele se tornou um assassino.
8) Homem-Aranha: De Volta ao Lar
(Spider-Man: Homecoming, Jon Watts, 2017)
Este filme segue as aventuras de Peter Parker, também conhecido como Homem-Aranha, depois de sua estreia emocionante em “Capitão América: Guerra Civil”. Agora de volta à sua vida cotidiana como um estudante do ensino médio em Queens, Peter tenta equilibrar suas responsabilidades escolares com a luta contra o crime como o Homem-Aranha. No entanto, ele enfrenta um desafio ainda maior quando um vilão chamado Abutre aparece e ameaça sua cidade natal. Após sua aparição em “Guerra Civil”, aqui não temos uma história de origem, mas sim Peter Parker de Tom Holland conciliando a vida de herói com sua vida de estudante. Vale destacar aqui que é o primeiro Homem-Aranha a fazer parte do UCM e como ele seria desenvolvido até aqui. Abutre de Michael Keaton também foi uma escolha assertiva do roteiro, fugindo do eixo Norman e Harry Osborn e apresentando outros vilões na tela.
9) Doutor Estranho
(Doctor Strange, Scott Derrickson, 2016)
A história segue o Dr. Stephen Strange, um cirurgião brilhante, mas arrogante, que sofre um terrível acidente de carro que danifica suas mãos e o deixa incapaz de continuar sua carreira. Em busca de uma cura, ele parte em uma jornada para o Nepal, onde encontra o Ancião, um mestre das artes místicas. Strange se torna um aprendiz das artes místicas e se transforma no Doutor Estranho, um guardião da realidade que protege o mundo de ameaças mágicas e interdimensionais. O destaque aqui vai, sem dúvida, para a brilhante atuação de Benedict Cumberbatch, em um personagem bruto, mas carismático.
Podemos reforçar que o CGI do filme é um grande acerto, misturando figuras abstratas em um mundo cheio de magia e toda jornada para que Strange amadureça e entenda os seus poderes. Mads Mikkelsen interpreta o vilão Kaecilius, apesar da ótima atuação, o vilão é meio sem graça, talvez as melhores cenas de luta, seja melhor em sua conclusão.
10) Vingadores: Era de Ultron
(Avengers: Age of Ultron, Joss Whedon, 2015)
Neste filme, os Vingadores se reúnem novamente para combater uma inteligência artificial chamada Ultron, criada pelo próprio Tony Stark (Homem de Ferro) e Bruce Banner (Hulk). Ultron se torna uma ameaça global quando decide exterminar a humanidade para “salvar” o mundo. Os Vingadores enfrentam desafios internos e externos enquanto tentam deter Ultron e seus seguidores, incluindo os irmãos gêmeos Feiticeira Escarlate e Mercúrio. A batalha épica leva os heróis a questionar o preço de sua própria existência e a importância de sua união. O grande destaque aqui é como Ultron é um vilão bem construído, a inteligência artificial que deu errado, criada por Stark, os diálogos do vilão são muito bem feitos, temos referências até a Pinóquio quando o mesmo afirma que “Não há cordões em mim”, além de suas motivações que são totalmente plausíveis e coerentes com a proposta do longa, como desprezo pela humanidade e caos como ordem.
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