A Hora do Pesadelo 4

Na época do lançamento de A Hora do Pesadelo 4, o personagem já era considerado como o grande icone do terror do cinema norte-americana da década. Porém, obviamente, a última coisa que isso representaria é a qualidade de seus filmes. Os mesmos problemas de antes se repetem: personagens idiotas e sem o mínimo de carisma; anos 80 e seus cabelos; anos 80 e suas roupas; anos 80 e suas músicas… essa merda toda. Pelo menos a trilha sonora, embora tenha suas escorregadas acaba sendo das melhores da série, junto do quinto filme.
A história coloca uma jovem loirinha com poderes de “inserir” os amigos nos seus pesadelos. Eu que não queria ser um dos infelizes que conhecia esta onça-amiga. Mas a coisa desanda e ela acaba transferindo esse “poder” para um ruivinha delícia que vive sonhando acordada. Tosco. Como se não bastasse esse troca-troca entre amigas, a cada amiguinho que morre, a ruivinha ganha uma nova qualidade/característica/poder. De novo os filmes de Freddy Krueger estragam uma boa ideia e a tornam muito idiota.
Prestem atenção na trilha sonora no final do filme: Freddy Krueger vira rapper e vive o seu momento 50 Cent. Consegue ser mais tosco que o lance dos poderes… só perde para o personagem que quer ser o Karate Kid. Isso sim mereceu o prêmio de tosqueira master de A Hora do Pesadelo 4.