Precisamos aceitar a liberdade.
Não somos obrigados a concordar.
Precisamos aceitar que se uma das atrizes mais famosas da atualidade quer organizar uma sessão “defendendo” Israel, é direito dela.
Não somos obrigados a ver essa sessão “imperdível”.
Precisamos aceitar que tá tudo bem, uma pessoa popular tentar usar o seu poder de influência nas redes sociais.
Não somos obrigados a continuar seguindo. A Ana de Armas não tá seguindo mais…
Precisamos, acima de tudo, aceitar que a burrice existe.
Não somos obrigados a forçar a barra e dizer que a Gadot é legal. Não é. Nem a pau.
Ela poderia ficar na dela, mas fez uso político da sua imagem e força para apoiar Israel.
É a burrice que cega e faz achar que Palestina e Hamas são iguais. Diria que a mesma burrice faz defender Israel, mas nesse caso, é só apoiar genocídio mesmo.
Precisamos escolher melhor nossos heróis e heroínas.
Não sou obrigado a te seguir mais, Gal. Adeus.